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Márlon

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Existe um momento em nosso sono, capaz de nos ludibriar com um realismo inacreditável. Trata-se do que é conhecido como “Falso Despertar”. Acredito que esse tipo de fenômeno, possui um potencial subestimado. Normalmente surge quando estamos próximos de acordar e é capaz de causar um grande impacto em nossas percepções. Nessa situação, acordamos, levantamos da cama, vamos ao banheiro, a cozinha, nos trocamos e vamos para a aula ou para o trabalho… para logo a seguir, percebermos que tudo não passou de um sonho.

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Photo by Kinga Cichewicz on Unsplash

         Levantamos novamente, vamos a cozinha, trocamos de roupa e vamos para a aula ou para trabalho… para logo a seguir, perceber que tudo não passou de um sonho novamente?! E assim… isso pode se repetir numa espécie de looping por diversas vezes…  Descritos pelo filósofo Thomas Metzinger ¹ como “sonhos extremamente realistas”, o Falso Despertar possui a capacidade de reproduzir ou emular a realidade com essa refinada fidelidade.

A dificuldade de saber que está sonhando

Diferente da média dos sonhos comuns, o falso despertar imita a realidade e justamente o ambiente no qual estamos dormindo, dificultando ainda mais a presença da consciência, mesmo para um experiente sonhador lúcido. Afinal, como questionar a própria realidade, dotada desse realismo tão fidedigno?

      O Falso Despertar, de acordo com Stephen LaBerge², ocorre com alguma frequência, após sonhos lúcidos e isso pode trazer a ilusão de que estamos atravessando diferentes níveis de profundidade ou a ideia como no filme Inception – A Origem, de sonhos em camadas (sonho dentro de um sonho). LaBerge, identifica essa crença e que apesar  de  bem apresentada no filme, no qual os personagens são capazes de mergulhar em camadas de sonhos, gradativamente mais e mais profundas, de fato não se traduz em qualquer evidencia científica comprovada.

A importância do falso despertar

   A razão em especial de voltar a esse tema – tratado duas vezes por aqui – provavelmente já tenha ficado evidente, mas devo ressaltar que está em função da possibilidade de explorar a reprodução da realidade do estado desperto com esse nível de fidelidade. Se considerarmos a natureza desse estado mental, capaz de iludir o mais experiente sonhador lúcido, podemos imaginar o quanto esse realismo talvez possa ser útil para futuros experimentos. Seria o caso por exemplo de atividades a serem realizadas nos sonhos, para pesquisas comparativas com o estado desperto. Pesquisas as quais, já acontecem há algumas décadas e sempre foram bem divulgadas nesse site.

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Na imagem, cena da “sala de treinamento”, onde o Morpheus treina Neo, no filme Matrix.

          Russel³ se utilizou do fenômeno dos falsos despertar para argumentar sobre a impossibilidade de provar que não estamos sonhando nesse exato momento:

          “-Pode ser dito que embora ao sonhar eu possa pensar que estou acordado, quando eu acordo eu sei que eu estou acordado. Mas eu não vejo como nós podemos ter tanta certeza; eu tenho sonhado frequentemente que eu acordei; de fato por vezes seguidas, eu sonhei com isso centenas de vezes no curso de um sonho. (…) Eu não acredito que agora eu estou sonhando, mas eu não posso provar que eu não esteja.”(tradução minha).

        Observando os experimentos e pesquisas supra-citadas que estão sendo realizados nas últimas décadas, envolvendo o uso dos sonhos lúcidos para aprimoramento de atividades com coordenação motora, fica bastante interessante pensar como um ambiente mental, como o Falso Despertar, pode proporcionar uma espécie de “Matrix” otimizada. Um lugar com uma ultra-realidade, capaz de rivalizar com o estado desperto e portanto, permitir os mais surpreendentes experimentos, com alto grau de precisão.

Referências Bibliográficas

1- METZINGER T; Windt J. The Philosophy of Dreaming and Self-Consciousness: What Happens to the Experiential Subject during the Dream State?In D. Barret & McNamara (Ed). The new science of dreaming: Volume 3. Cultural and theoretical perspectives, (pp. 61-8). Westport & London: Praeger Perspectives, 2007.

2- Stephen LaBerge – sobre sonhos em camadas (18’30”).

http://daniel.erlacher.de/index.php/Time_required_for_motor_activity_in_lucid_dreams

https://sonhoslucidos.com/sonhoslucidos/ultimas-descobertas-sobre-sonhos/

3 – RUSSEL B. Human Knowledge. Its Scope and Limits. London: George Allen and Unwin LTD. 1948. p. 186.

      É possível baixar um livro disponível na internet, sem custo algum, de um valor inestimável para todo interessado pelo tema dos sonhos. Trata-se de uma obra escrita em 1867, pelo Marques de Saint Denys, considerada rara por Freud e que não época não teve êxito em conseguir uma versão: “Dreams and the ways to direct them: pratical observations.” A importância para o tema dos sonhos, sonhos lúcidos e áreas relacionadas, como a psicologia, psicanálise, filosofia, neurociência é poderosa. Na psicologia e na psicanálise, os sonhos ganham especial importância, sendo utilizados como objeto de interpretação para se ter acesso a conteúdo da mente humana, podendo auxiliar no andar da terapia.

 

Saint Denys

 

         Trata-se de uma investigação, iniciada aos 13 anos de idade pelo autor, sobre o tema dos sonhos. Nessa idade começaram suas primeiras anotações e a percepção da capacidade de poder ficar consciente durante o sonho está explícita na obra, assim como os experimentos que consegue realizar.

      Está presente uma pesquisa histórica sobre os sonhos que é um tesouro para qualquer pesquisador ou interessado. Certamente meu livro ganhará um reforço considerável com algumas citações do nobre e estudioso francês. O livro do Marques de Saint Denys pode ser encontrado no domínio público em inglês ou francês. Segue link abaixo nas referências para quem quiser baixar.

 

Frase célebre do neurocientista Alan Hobson sobre o Marques Saint Denys:

O maior dos auto-experimentadores da história da pesquisa sobre o sono e os sonhos”.

 

Referências Bibliográficas:

LABERGE, Stephen. Sonhos Lúcidos. 1985
Ed. Siciliano Livros, Jornais e Revistas Ltda. 1990(esgotada)

Livro de Saint Denys: Sonhos e como guiá-los

http://www.espacopersonne.com.br/artigo-sonhos-psicanalise

 

Para quem ainda não leu o post anterior, recomenda-se a leitura antes de prosseguir com as sugestões de uso da Calea Zacatechichi, a “Erva dos Sonhos”. Clique AQUI para ler o texto anterior sobre a erva.

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De acordo com algumas sugestões de uso que encontrei ¹, pesquisando em alguns sites estrangeiros sobre sonhos lúcidos, recomenda-se tomar o chá (ou a forma que preferir ingerir/fumar), após três ou quatro horas de sono. E voltar a dormir em seguida.

Resumindo:

Passo 1: dormir, como se costuma fazer normalmente, deixando programado o despertador para tocar entre a terceira (3ª) ou quarta (4ª) hora de sono.

Passo 2: ao despertar pela 3a ou 4a hora de sono, deve-se tomar o chá (ou a forma que preferir ingerir/fumar).

Passo 3: volte a dormir, apenas desejando ter um sonho lúcido.

A Calea Zacatechichi tem sido bastante apreciada por aqueles que desejam experimentar sonhos lúcidos. Ela apresenta menos chance de oferecer algum efeito colateral que a Galantamina por exemplo. Apesar de não ser tão poderosa como a galantamina, é mais fácil de ser encontrada na America do Sul.

Finalmente, é importante lembrar que a erva dos sonhos não induz sonhos lúcidos por si só. Ela irá apenas intensificar as experiências com o sonho, tornando-o mais vívido e fácil de se recordar. Por isso, caso o plano seja ter um sonho lúcido, realize pelo menos uma técnica de indução junto como a MILD  ou  WBTB.

Referências:

1 – http://dreamstudies.org/2011/09/27/getting-to-know-calea-zacatechichi-aka-the-dream-herb/

2 – https://sonhoslucidos.com/sonhoslucidos/como-ter-sonhos-lucidos-ervas-suplementos-afins-e-a-calea-zacatechichi/

 

Existem diversos caminhos para adentrar em um sonho lúcido. A maioria demanda alguma atenção especial para técnicas de indução, disciplina com boa qualidade do sono e anotações em um Diário de Sonhos. Há alguns caminhos alternativos como o uso de novas tecnologias, máscaras, bandanas, isocronicos e sons binaturais, apps, suplementos e afins.

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Conforme informado no texto anterior – Máscaras para indução de Sonhos Lúcidos – o tema agora tratado será sobre ervas, suplementos e demais substâncias para indução de sonhos lúcidos. Entre as substâncias já tratadas por aqui, destaca-se a eficiência da Galantamina, a qual infelizmente não é vendida no Brasil, exceto com receita médica.

Dentre outras ervas, com potencial para indução de sonhos lúcidos, vale ressaltar a Calea Zacatechichi ou a Erva dos Sonhos e como o próprio nome sugere, é capaz de intensificar as experiências oníricas. Esta erva é vendida na forma de folhas, sementes, concentrado na forma de tintura, entre outros. Por se tratar de uma erva vendida facilmente por sites de compra (inclusive amazom.com), os pesquisadores se debruçaram sobre o tema.

A Calea Zacatechichi ficou conhecida pelo uso dos índios da região do México e América Central, como meio para obter consultas no mundo onírico e como substancia de cura: asma e distúrbios gastrointestinais. Além disso pesquisas indicam efeitos anti-inflamatórios, antibióticos e anticonvulsivos ¹ ².

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Região onde era encontrada a Calea Zacatechichi e os Chontal Maya que também a utilizavam.

De acordo com uma recente pesquisa conduzida por Mossoba³ é possível encontrar diversos efeitos dessa substância e há alguma literatura de pesquisas realizadas em função dessa erva. Mas não apenas benefícios. De acordo com esse estudo, existem riscos com relação a toxidade gerada sobre as células renais.

Entre os efeitos positivos e negativos, destacam-se os resultados positivos em recente pesquisa de 2016 ², na qual se utilizou de uma solução de extrato aquoso da planta. Para o caso de alguém, algum dia for experimentar a Calea Zacatechichi, de acordo com as pesquisas elencadas nesse texto, sugere-se que optem pela solução de extrato aquoso.

Existem algumas combinações/formas do uso da Calea Zacatechichi que estão sendo sugeridas por sonhadores lúcidos e irei detalhar algumas dessas técnicas no próximo texto.

Referências Bibliográficas

1 – Wu H, Fronczek FR, Burandt CL Jr, Zjawiony JK. Antileishmanial Germacranolides from Calea zacatechichi. Planta Med. 2011 May; 77(7):749-53.

2 – Maciej Sałaga, Jakub Fichna, Katarzyna Socała, Dorota Nieoczym, Mateusz Pieróg, Marta Zielińska, Anna Kowalczuk, and Piotr Wlaź Neuropharmacological characterization of the oneirogenic Mexican plant Calea zacatechichi aqueous extract in mice Metab Brain Dis. 2016; 31: 631–641.Published online 2016 Jan 28. doi: 10.1007/s11011-016-9794-1

3 – Evaluation of (Dream Herb,) Calea zacatechichi, for
Nephrotoxicity Using Human Kidney Proximal Tubule Cells (2016) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5040790/

4 – Lenardo M. J., Baltimore D. NF-κB: a pleiotropic mediator of inducible and tissue-specific gene control. Cell. 1989;58(2):227–229. doi: 10.1016/0092-8674(89)90833-7 [PubMed] [CrossRef] []
5 – Sun Z., Andersson R. NF-κB activation and inhibition: a review. Shock. 2002;18(2):99–106. doi: 10.1097/00024382-200208000-00001. [PubMed] [CrossRef] []

     Nas últimas duas décadas as tecnologias para indução de sonhos lúcidos assumiram variadas formas: máscaras de indução, pílulas, ervas, áudios binaturais e isocrônicos, bandanas entre outros…  o primeiro item teconológico da série a ser tratado, será sobre as Máscaras de Indução.

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Máscaras de Indução:

     A primeira máscara de indução de sonhos lúcidos, com capacidade de identificar os movimentos oculares/fase REM foi a Nova Dreamer. Projeto idealizado e realizado por Craig Webb, o produto apesar do sucesso, teve vida curta e há anos não é mais vendido, exceto Nova Dreamers usadas. As grandes funções que traziam essa tecnologia pioneira, era a capacidade de detecção de fases REM durante o sono, bem como a possibilidade do usuário realizar comandos com os olhos para se comunicar (lá do próprio sonho) e confirmando seus registros de sonhos lúcidos.

      Passada a febre da Nova Dreamer e encerrada sua fabricação, o mercado foi dominado pela REM Dreamer. Vendida até hoje, essa máscara é a mais parecida que já existiu em comparação com a Nova Dreamer. Porém sem a possibilidade do usuário emitir comandos oculares, durante a fase REM do sono.

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       Com a Remee o preço das máscaras de indução de sonhos lúcidos se popularizou bastante, entretanto com uma tecnologia mais simples, sem todas as funções das suas predecessoras. Por outro lado, a leveza e anatomicidade fazem da Remee uma experiência bastante recomendável.

        Em rápida pesquisa em sites de venda, pude verificar preços da Remee entre U$ 16,99 até U$ 29,95. Enquanto a REM Dreamer está por volta de U$ 200,00.

       Minha experiência com essas máscaras de indução não  foram suficientes para julgar se vale ou não a pena o investimento. Sugiro começar pela Remee, apostando no custo x benefício. Na época da aquisição da REM Dreamer fiquei bastante frustrado com os resultados, especialmente minha dificuldade de adaptação anatômica na hora de dormir. Era difícil não acabar tirando a máscara no meio da noite. E de fato ela é uma máscara mais robusta. Uma sugestão é experimentar dormir com máscaras normais e simples para dormir. Se já achar muito difícil dormir com essas super máscaras tradicionais que possuem a simples função de cobrir os olhos, certamente será um problema maior se adaptar com as de indução de sonhos lúcidos.

       No próximo post, o tema será ervas de indução de sonhos lúcidos.

https://www.amazon.com/Remee-Lucid-Dreaming/dp/B077XSDZL6/ref=sr_1_2_a_it?ie=UTF8&qid=1543780183&sr=8-2&keywords=remee%2Bmask&th=1

https://pt.aliexpress.com/w/wholesale-remee.html

 

             A galantamina já é utilizada, especialmente nos EUA, há um bom tempo para indução de sonhos lúcidos. No Brasil, foi aprovada e regularizada pela FDS e pela ANVISA em 2001, mostrando resultados significativos no combate do transtorno cognitivo leve, alzheimer e na demência vascular.

             Pode ser adquirida em qualquer lugar, inclusive via site da amazon.com americana. Tomei conhecimento dessa pílula através de um texto e vídeo do jornalista Bruno Torturra ( https://revistatrip.uol.com.br/trip/te-vejo-nos-meus-sonhos ), onde ele descreve como foi a experiência dele em um curso promovido pelo Stephen LaBerge. Durante o curso e as tentativas de indução de sonhos lúcidos, Torturra acaba se deparando com a galantamina e consegue ter seu primeiro sonho lúcido. Chamo atenção, para o fato de que ainda assim, utilizando a galantamina, o jornalista também estava se utilizando das técnicas apresentadas no curso. A pílula isoladamente, parece ser bem menos efetiva.

 

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             Pesquisadores da universidade de Wisconsin, dentre eles o próprio Stephen LaBerge, recentemente publicaram uma pesquisa sobre essa eficiência da galantamina para com a obtenção de sonhos lúcidos. A substância é utilizada em doses bem maiores para o tratamento de Alzheimer. Atua nos inibidores de acetilcolinesterase, resultando em interferência na fase REM e na memória. No caso os idosos sobre tratamento, relatam com alguma frequencia, aumento dos pesadelos.

O Experimento:

              Foram recrutados 121 participantes para o experimento. E não eram voluntários sem experiência com sonhos lúcidos. Eram pessoas com especial interesse por sonhos lúcidos e que tiveram treinamento em técnicas de indução como por exemplo a MILD.

Durante 3 noites seguidas, os voluntários ingeriram na seguinte sequencia:

  1. a noite: comprimido placebo;
  2. a noite: 4mg de galantamina;
  3. a noite: 8 mg de galantamina.

 

Resultados

Na primeira noite, esses participantes, ficaram em função apenas de suas técnicas de indução normais, pois o comprimido não continha galantamina e mesmo assim houve um total de 14% de voluntários que relatou ocorrência de sonho lúcido.

Pela segunda noite, tomaram o comprimido de 4 mg, resultando em 27.3% dos participantes relatando ocorrência de sonhos lúcidos.

Finalmente na terceira noite, ingerindo 8 mg de galantamina, 42.2% das pessoas relataram ocorrência de sonhos lúcidos.

Interessante ressaltar que desses 121 voluntários, 10 deles informaram que jamais haviam experimentado um sonho lúcido e na 3a noite, com a dose de 8 mg, 4 (quatro) pessoas confirmaram que tiveram a experiência. No total 57% dos voluntários ou 69 pessoas tiveram sonhos lúcidos. Efeitos colaterais foram anotados em 14 pessoas ou 12% dos participantes. Dentre esses efeitos: náusea, fadiga e problemas gastrointestinais.

 

Conclusões

             A galantamina de fato pode ajudar na indução de sonho lúcido. Especialmente se você já possui prática nas técnicas de indução convencionais. Apesar de vendida como suplemento nos EUA, é uma substância que merece alguns cuidados, pois pode sim provocar efeitos colaterais nada agradáveis. Dentre eles destaca-se as náuseas. A partir da dose de 4mg já é possível sentir esses efeitos – e é claro isso varia de organismo para organismo, sendo não tão ruim para péssimo – e com 8 mg eles podem estar ainda bem mais fortes. Não é a toa que no Brasil só é vendida sob prescrição médica. E é bem cara por aqui.

             Utilizada no tratamento do alzheimer e para o controle de defeitos cognitivos, a galantamina, porém é importante também reforçar importância de mais estudos com relação ao uso da mesma para efeitos sobre sonhos normais e lúcidos, especialmente sobre as alterações no sono e na atividade atividade cerebral durante o mesmo.

               Por fim, importante destacar que no próprio estudo, as técnicas de indução como MILD, Tholey, WBTB, etc.. possuíram considerável interferência nos bons resultados, como o próprio artigo (citado nas referências logo abaixo), deixa bem explícito.

 

Referência Bibliográfica:

LaBerge S, LaMarca K, Baird B (2018) Pre-sleep treatment with galantamine stimulates lucid dreaming: A double-blind, placebo-controlled, crossover study. PLoS ONE 13(8): e0201246. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0201246

https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0201246

GOMES, Alexandre de Mattos; KOSZUOSKI, Ricardo. Evidências atuais do impacto terapêutico dos inibidores da acetilcolinesterase no transtorno cognitivo leve e na demência vascular. Rev. psiquiatr. Rio Gd. Sul,  Porto Alegre ,  v. 27, n. 2, p. 197-205,  Aug.  2005 .   Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-81082005000200010&lng=en&nrm=iso>. access on  30  Oct.  2018.  http://dx.doi.org/10.1590/S0101-81082005000200010.