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Revista MenteCerebro

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    Pesquisadores brasileiros e alemães já apresentaram alguns estudos bem interessantes sobre sonhos lúcidos. Alguns deles, visando identificar se certas pessoas, podem ter mais facilidade que outras, para se tornarem conscientes nos sonhos. A pesquisa brasileira, liderada por Sérgio Rolim, sob supervisão de Sidarta Ribeiro(pela UFRN), foi divulgada recentemente aqui no blog.

Será que existem algum conjunto de fatores psicológicos ou comportamentais que favoreçam a ocorrência de sonhos lúcidos? Na imagem um estudo mapeando o cérebro de um sonhador lúcido, durante o estado mental do sonho lúcido.

     Daniel Erlacher e Michael Schredl, psicólogos Ph.Ds, pesquisaram pelo Instituto Central de Saúde da Mente(Mannheim), a possibilidade de certos tipos de pessoas serem mais propensas, a ter sonhos lúcidos. Essa pesquisa entrevistou detalhadamente mais de 400 pessoas sobre suas experiências com sonhos. Também pesquisou uma série de informações acerca da personalidade do entrevistado.

      Como resultado dessa pesquisa alemã, 82% dos participantes relataram que pelo menos uma vez em suas vidas, haviam conseguido ficar conscientes em seus sonhos e um terço vivenciava essas experiências com frequência.

      Não ficou claro alguma relação especial entre as ocorrências de sonhos lúcidos com traços de caráter. Porém, foi possível identificar que em média, pessoas mais abertas a novas experiências – uma das cinco dimensões da personalidade humana – e aquelas com maior frequência de pesadelos, em média, revelaram-se com maior propensão a ficarem conscientes em seus sonhos.

Pessoas mais abertas a novas experiências: “Abertura é o interesse pela arte, emoção, aventura, ideias fora do comum, imaginação, curiosidade, e variedade de experiências. Este traço distingue as pessoas imaginativas das “terra-a-terra” e convencionais. As pessoas com elevada abertura são intelectualmente curiosas, apreciadoras da arte, e sensíveis à beleza. Elas tendem a ser, comparadas com as pessoas “fechadas”, mais criativas, a prestar mais atenção aos seus sentimentos e a terem opiniões não convencionais”.*

      Pesadelos frequentes, especialmente na infância, sempre foi algo bastante relatado por sonhadores lúcidos experientes(Beverly D’Urso por exemplo e diversos sonhadores lúcidos que frequentam o blog). Pessoalmente, meu primeiro sonho lúcido foi de fato enfrentando um pesadelo.

       É interessante também ressaltar que pela troca de experiência entre os sonhadores lúcidos, por aqui, no Fórum e em outras comunidades, a anotação dos sonhos ou seja, a aplicação de um interesse pelos sonhos em si, acaba favorecendo o reconhecimento da estrutura do sonho. Obviamente os resultados acontecem de modo mais consistente, com o uso em conjunto do Diário de Sonhos, algum Método mais compatível e o uso de um Reality Check.

       Verena Kast cita em seu livro, A Linguagem Enigmática do Inconsciente, aponta a maior facilidade que certas pessoas possuem para recordar de seus sonhos. Seriam aquelas pessoas com maior estímulo das suas capacidades imaginativas: pessoas como pintores amadores, estudante de artes ou aqueles com tendências a devaneios diurnos… Gosto de lembrar sempre que esse é o primeiro passo para qualquer interessado em ter sonhos lúcidos: boa qualidade de sono para melhorar a recordação dos seus sonhos.

Free-Lipe, é um sonhador lúcido experiente, com boas contribuições para o blog e comunidades de Sonhos Lúcicos, possui forte ligação com a arte musical.

         De certa maneira tudo parece convergir novamente para algo que rotineiramente é tema entre os sonhadores lúcidos: uma vida desperta mais lúcida ou consciente, implicando em maiores chances de sonhos lúcidos.

         Pessoas que parecem optar por transcender o automatismo rotineiro de suas vidas, tornando- se tornando mais reflexivas, sujeitas a divagações, devaneios ou pelo menos um uso mais intenso da criatividade imaginativa…  …talvez possam mesmo, acabar se beneficiando desse perfil, para obtenção de acesso, ao estado mental dos sonhos conscientes.

Fontes:

VOSS, Ursula. O Enigma dos Sonhos Lúcidos. Revista Ment&Cérebro. Ano XIX. Nº 241. Editora Duetto. 2013.

KAST, Verena. SONHOS – A Linguagem Enigmática do Inconsciente. Editora Vozes. 2010

https://www.sonhoslucidos.com/2011/08/fatores-determinantes-para-recordacao.html


http://pt.wikipedia.org/wiki/Big_Five_(psicologia)

    É interessante notar nessa área de estudo que apesar de ela ter ganho respaldo perante a comunidade científica, apenas a partir da década de 80, existe um crescimento vertiginoso de uns anos para cá. Algumas grandes universidades e institutos estão direcionando atenções e é divertido saber que cada onironauta, de alguma maneira, pode contribuir na exploração disso tudo.

O que é Real? Não seria a realidade do sonho uma manifestação peculiar da nossa própria realidade mental? Na imagem, poster promocional do filme Total Recall – O Vingador do Futuro, baseado em um conto do espetacular Philip K. Dick.

    Métodos como o MILD, criado por LaBerge ou o Tholey, criado por Paul Tholey, são ferramentas muito preciosas e que devem ser exploradas por todo aquele que deseja se aprofundar nos sonhos lúcidos ou no mínimo aperfeiçoar suas experiências.

    Particularmente eu subestimava o uso desses métodos. Assim como muitas pessoas, com experiências desde a infância, achava que não tinha necessidade de seguir alguma rotina em especial… até que após um longo período sem conseguir ficar consciente nos sonhos, resolvi experimentar o MILD. Daí pra diante foi só alegria e culminou na empolgação dos meus estudos, da filosofia e claro, também desse blog que procuro cuidar com carinho.

Preste atenção em temas recorrentes nos seus sonhos: casas, gatos ou cachorros, mar, montanhas ou fogo… eles podem servir como ferramentas na indução de sonhos lúcidos, como deixa bem claro o método do psicoterapeuta alemão Paul Tholey, no seu método de Tholey.

     O Diário de Sonhos deve fazer parte da sua rotina. Vai fortificar tua capacidade de reconhecer a estrutura da realidade do sonho. É indispensável experimentar. Pelo menos 1 sonho por dia, uns 5 dias da semana, mesmo que comece por curtos fragmentos. Esses fragmentos, invariavelmente vão crescer e em poucos dias se transformarão em grandes narrativas, epopéias com uma grandiloquência surpreendente.

     Os reality checks servem como ótimos suplementos. Por si só não são de grande valia, mas são capazes de dar um empurrãozinho especial quando já estamos fazendo uso de um método e do Diário.

     Por fim, planeje experimentos. Dos mais simples como voar mundo afora, atravessar paredes ou lançar raios… até experiências com memória, criatividade, solução de problemas, aprimoramento de habilidades motoras e quem sabe a própria consciência. Estabeleça um plano e anote ele no Diário. A sensação de ficar consciente no sonho, tentar lembrar o que tinha planejado e resgatar essa memória é fabulosa. Compõe um despertar monumental da consciência, durante o estado mental dos sonhos.

     Mas lembre-se, quanto mais familiarizado com a estrutura da realidade dos sonhos, melhores serão as chances de perceber que está sonhando…! Por isso anote 😉

É possível fazer sexo nos sonhos lúcidos? Essa última semana tem sido de forma surpreendente, a mais intensa para mim, em termos de frequência e experimentos com sonhos lúcidos. Uma sequência espetacular de noites em que estou realizando experiências com a memória, consciência e… sexo!

Sexo no estado mental dos sonhos conscientes pode ser uma experiência inesquecível.

Antes de mais nada, vale ressaltar parecer existir uma certa dificuldade, para nós homens, em obter orgasmo enquanto estamos no estado mental dos sonhos lúcidos. Isso pode parecer irônico, afinal durante o estado desperto a situação é completamente diferente. Durante os sonhos comuns obviamente também não é o caso. Eu mesmo lembro que tive meu quinhão dessas experiências. São as denominadas “poluções noturnas”, comuns para a maioria de nós, principalmente no período da adolescência (acho que isso foi uma confissão desnecessária… ).

Apesar de que nos sonhos lúcidos a história é bem outra. Em laboratórios de sono, pelo menos até agora, os resultados foram mais favoráveis as mulheres. O desafio é deveras instigante. Por quê raios as mulheres que já possuem a habilidade ou a tendência de obter orgasmos múltiplos, também conseguem com mais facilidade o clímax, quando estão conscientes que estão sonhando?!?

Sonhos Lúcidos, de Stephen LaBerge apesar de esgotado é o livro mais completo sobre o tema dos Sonhos Lúcidos, publicado em português.

No livro Sonhos Lúcidos, de Stephen LaBerge, podemos encontrar a pesquisadora Ph.D,
Patrícia Garfield relatando que dois terços dos seus sonhos lúcidos, apresentam conteúdo sexual e quase a metade culmina em orgasmo. Enquanto no livro Pathway to Extasy ela diz que seus orgasmos de sonho têm intensidade profunda. “Com uma totalidade de si mesma que só às vezes é sentida no estado acordado”, encontrou-se “rebentando em explosões de es¬tremecer  corpo e   alma”.
É ou não é totalmente excelente?!

Pelo menos para o sexo feminino parece estar sendo! O trecho a seguir foi extraído do livro do LaBerge, supra-citado e relata um orgasmo feminino. A sonhadora lúcida é denominada “Miranda” e ela executou durante a experiência sinais ou movimentos previamente combinados, com os olhos, para quem a monitorava no laboratório. Tudo isso, com todo aparato tecnológico conectado na moça para comprovação:
Cerca de cinco minutos depois do quinto período de sono REM(fase do sono “rapid eye movement”) daquela noite, Miranda teve um  sonho lúcido que durou três minutos, em que se desempenhou da tarefa exatamente como havíamos combinado.

       (…)deitada na cama, ainda acordada, com alguém lhe esfregando as mãos no pescoço.   Reconhecendo   a   improbabilidade   de   haver mais alguém no quarto, suspeitou que estivesse sonhando e testou o próprio estado procurando flutuar no ar. Logo que se viu flutuando, convenceu-se de estar sonhando e, atravessando pelo ar a parede do quarto de dormir, fez o sinal combinado. Não encontrando ninguém na sala do polígrafo, continuou a flutuar e saiu por uma  janela fechada.  Continuando, encontrou-se sobrevoando um campus parecido com o das Universidades de Oxford e de Stanford. Continuou voando no ar frio da noite, livre como uma nuvem, parando aqui e ali para admirar as lindas esculturas das paredes. Mas depois de uns minutos resolveu que estava na hora  de começar a experiência.   Sempre  voando, atravessou uma  arcada e viu um grupo de pessoas, aparentemente visitantes que estavam percorrendo o campus. Investindo contra o grupo, escolheu o  primeiro homem que estava ao alcance. Deu-lhe um tapinha no ombro e ele foi na direção dela como se soubesse exatamente o que se esperava que fizesse. Nesse ponto ela deu mais um sinal, indicando que a atividade   sexual estava  começando. Diz que já devia estar excitada por causa do vôo, porque em apenas quinze segundos sentiu-se como se já estivesse chegan¬do ao clímax. Fez o terceiro sinal, indicando que havia tido um orgasmo, quando as ondas finais começaram a diminuir de intensidade.   Logo depois disso  deixou-se acordar   e logo que se sentiu de novo na  cama fez o quarto  sinal, conforme o plano. Disse que o sonho de orgasmo não havia sido extenso nem intenso mas foi certamente um orgasmo real.”

    

  Terrivelmente tomado pela inveja com a perfomance dessa sonhadora lúcida citada no livro, resolvi aproveitar meu ritmo alucinante de sonhos conscientes e dedicar pelo menos uma incursão sexual nos sonhos. Quem sabe não sou eu quem vai descobrir uma técnica revolucionária de orgasmo masculino em sonhos lúcidos?! Não custava tentar.

Acordei após 6 horas de sono, tomei uma água, fiz um xixizinho  e voltei a dormir(programando o relógio para despertar após mais 90 min de sono), desejando ficar consciente nos próximos sonhos…

“Percebi que estava sonhando(sem reality check), era numa casa(tenho sonhos recorrentes com casas) e resolvi que ia fazer a experiência de sexo no sonho lúcido, objetivando o orgasmo. Havia diversas moças lindas na casa e minha “fome” me guiava para qualquer uma delas. De repente sem que eu escolhesse, mas apenas me fitando um pouco mais, uma das loiras veio em minha direção e nos agarramos. Baixei sua blusinha e… … … … … …
… …
. Sabia da fragilidade do orgasmo masculino no sonho lúcido. O sexo estava ótimo, … ….      … por aqueles … e ela arqueava … maravilhoso… quadril para … e  para … em movimentos frenéticos…. até que começou a mudar… ficar mais clarinha, esmaecer.. não não não não não nãoooo… mas eu sabia que minha fase REM tinha bem mais tempo, então não era preciso me preocupar, pois iria continuar em outro sonho!…
Acordei num calçadão. Cheia de gente caminhando pra lá e pra cá. Bwahahahhahahhahah olha eu aqui di novo gente! J E aqui vou eu na minha missão tarada, bizolhando essas mulheres lindas… muitas delas caminhando aqui ali e de repente uma balzaquiana, encorpada, de curvas dadivosas chegou junto a mim. Era uma alemoa, de cabelos compridos, muito elegante a qual agarrei e nos entrelaçamos em mais um arquejante ritmo de cópula onírica, por um tempo considerável, parecido com o anterior e com o mesmo trágico fim. Sim. Mais uma vez não me importei tanto assim, pois sabia que tinha cartucho nesse REM pra queimar. Aham! “Olá Trevas, minhas velhas amigas!” Puf!
Acordei numa casa. De madeira, num quarto e uma porta entreaberta. Desejei que viesse por ela. E veio uma encantadora morena. Atlética, mas sem perder as sedutoras curvas femininas! Mesmo comigo de pé, ela agarrou firme de frente em meu pescoço e entrelaçou suas coxas em mim. Em sonhos, foi o sexo mais longo de todos os tempos. Eu me … bastante, apalpava os …, sentia a …, numa adorável cadência até acordar de vez.

Ainda que tenha acordado sem orgasmo. Por um lado frustrado, por não ter conseguido atingir o objetivo, mas ao mesmo tempo feliz. Seja por de ter conseguido duas vezes seguidas abraçar o desabamento do sonho e voltar com minha consciência; de maneira incólume, logo no sonho seguinte. Por três vezes manter a consciência, sentir prazer, controlar sutilmente a narrativa do sonho, realizando o experimento. Quem já sonhou conscientemente com sexo sabe muito bem da dificuldade que estou falando. Porém o enigma segue inabalável… qual será o segredo da facilidade do orgasmo feminino nos sonhos lúcidos??

Referencia Bibliográfica:
LABERGE, Stephen. Sonhos Lúcidos. 1985
Ed. Siciliano Livros, Jornais e Revistas Ltda. 1990(esgotada)

      Um dos artigos mais instigantes que li sobre o tema dos sonhos, assinado pelo neurobiologista Ph.D, Sidarta Ribeiro e por Miguel Nicolelis, um dos maiores neurocientistas da atualidade, apresentam um trecho que eu não poderia me furtar de compartilhar no blog.
      O texto trata das teorias das funções dos sonhos, menciona casos famosos(Kekulé, Mendelev, Elias Howe etc..) de grandes soluções para problemas, por meio do estado mental dos sonhos. Há dois parágrafos que acho especialmente fascinanes que finalizam o artigo, publicado na revista MenteCerebro*, os quais fazem referência aos sonhos lúcidos e cogitam, ou melhor, fazem um exercício de imaginação especulativo, para alguma aplicação prática futura dos sonhos lúcidos:
Especula-se a possibilidade dos sonhos lúcidos servirem como aprendizado virtual.
      “É interessante especular sobre como serão os sonhos dos seres humanos no futuro, à medida que as pressões seletivas sobre nossa espécie continuem a mudar. Uma possibilidade é a generalização social do sonho lúcido, um estado de simulação onírica consciente praticado há muitos séculos pelos iogues tibetanos por meio do controle da respiração e da postura. Os sonhos lúcidos ocorrem durante episódios de sono REM de alta intensidade metabólica, e se caracterizam pelo fato de o sonhador assumir controle parcial ou total da narrativa onírica.
       Apesar dos abundantes depoimentos subjetivos sobre o uso dos sonhos lúcidos para o treino de habilidades usadas na vida real, o potencial cognitivo desses sonhos ainda está por ser sistematicamente explorado pela ciência. Se confirmado e disponibilizado para o público em geral, o uso dos sonhos lúcidos para o autoconhecimento e aprendizado virtual pode vir a representar um salto de grandes proporções para a evolução da consciência humana.”
“O potencial cognitivo desses sonhos ainda está por ser sistematicamente explorado pela ciência”.
        Esse último trecho quando li, lembrou-me uma cena espetacular do filme O Passageiro do Futuro, baseado numa obra de Stephen King, no qual um jardineiro com atraso mental(Jef Fahey) serve de cobaia para o cientista(Pierce Brosnan) que através de um grande aparato tecnológico de uso da realidade virtual, junto com substâncias químicas inovadoras, provocaram um assombroso upgrade mental no jardineiro.
        Delírios cinematográficos à parte, a divulgação desse conhecimento já está acontecendo mais rapidamente. Pelo menos há uma diferença significativa de alguns anos atrás para agora, em termos de fontes de pesquisa e informação sobre o assunto. O que inicialmente se limitava há alguns poucos livros sobre o tema, agora já podemos encontrar muitos sites sobre o tema, revistas, livros, artigos etc..
          Pode-se encontrar atualmente máscaras e algumas ferramentas tecnológicas como vídeos com mensagens subliminares, músicas e outros que objetivam induzir a consciência nos sonhos. Verifica-se uma crescente desvinculação na mídia do assunto com relação aos temas esotéricos.
          Percebe-se que a área vem sendo cada vez  mais explorada, desde a sua comprovação científica na década de 80, por Keith Hearne e Stephen LaBerge. Parece inevitável que a habilidade de ficar consciente nos sonhos conquiste mais e mais pesquisadores, voltados para as investigações do comportamento da mente nesse estado alterado de consciência.
           O mesmo artigo supra-citado faz referência a diversidade dos tipos de sonhos de acordo com as necessidades da espécie. Dentro das teorias da função dos sonhos, nossa espécie se encontra em situação privilegiada frente aos demais animais. Nossos sonhos já há muito deixaram de se resumir em reflexos de preocupações/temores/simulações de atividades básicas de sobrevivência e reprodução. Talvez nossos sonhos realmente se direcionem para áreas até então sequer imaginadas. Melhor ainda… que novos terrenos podem ser desbravados com a exploração dos sonhos lúcidos? Experimentos com memória?, Experimentos com a percepção do tempo?, Sonhos lúcidos para o aprendizado?, Novas formas de prazer?, Um simulador mental como oráculo onírico de possibilidades? O leque está apenas se abrindo. 😉

*Fonte:
RIBEIRO, Sidarta e NICOLELIS, Miguel. Nas asas do sonho. Revista Mente & Cérebro – Edição Especial nº 13 pg. 28-35. Ediouro – Duetto Editorial Ltda.
http://www2.uol.com.br/vivermente/