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Benefícios dos sonhos lúcidos

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   Existem coisas fabulosas que podemos fazer nos sonhos lúcidos. Desde voar, fazer sexo selvagem(ou romântico), ouvir e tocar música – mesmo sem saber tocar instrumento algum – experimentar ser uma árvore, uma abelha, um cachorro… surfar pelo cosmos, mergulhar dentro de espelhos… sabemos que as possibilidades vão ao infinito! Porém, nem precisamos estar conscientes nos sonhos para compreender a preciosidade desse estado mental.

Bertrand Russell foi um dos maiores filósofos do séc XX e teve um sonho aos 16 anos que o impediu de cometer suicídio.

   Bertrand Russell(1872-1970) foi um renomado filósofo contemporâneo,  ganhador de prêmio nobel, com inestimáveis contribuições na filosofia. Tive aulas monumentais com o Professor Antônio Mariano Nogueira Coelho na UFSC que nos apresentou esse magistral pensador, tanto nas aulas de lógica, filosofia da matemática, como na filosofia analítica em geral.

   Aos 16 anos de idade, Russell teve um sonho que o fez desistir de cometer suicídio. Relatou que havia aprendido o grande valor proporcionado por uma bela noite de sono, bem como a beleza dos sonhos e seu impacto emocional. Aprendeu que podia por vezes, superar desafios filosóficos, matemáticos ou políticos, adquirindo o máximo de informação durante o dia, para então partir para uma boa noite de sono e despertar com boas chances de uma possível solução. Claro que não encontrava a solução sempre. Mas praticava com frequência esse tipo simples de incubação de tema no sonho.

A Morte rondou a mente de Russell quando ele tinha 16 anos de idade…

Numa carta de 1929 ele relatou um sonho, como possuindo a maior beleza que já havia presenciado, marcando-o profundamente.

      “Eu sonhei que meu quarto foi transformado em uma grande caverna na íngreme encosta de uma montanha. No meio dela eu dormia em minha cama, enquanto ao redor, um o lado do outro, dormiam inúmeros eremitas. O aposento contíguo foi transformado em uma caverna parecida e na mesma encosta, ligada a minha, também cheia de remitas, mas acordados.


       Eles eram hostis a nós e poderiam nos matar enquanto dormíamos. Enquanto eu dormia, falei com os eremitas adormecidos:


      “Irmãos eremitas, eu lhes falo na língua do sono, que somente os sonhadores podem falar, ouvir e compreender. Na terra do sono há visões ricas, música maravilhosa, belezas para os sentidos e pensamentos que não ousam existir sob a luz forte e impiedosa do sol. Não acordem do seu sono e não resistam aos outros eremitas usando seus próprios meios, porque embora possam vencer se tornarão como eles, cegos à beleza, à delicada visão, a tudo que os duros fatos destroem no mundo desperto. 
       Portanto, durmam; usando minha linguagem do sono posso incutir-lhes o que é melhor que o sucesso, a guerra, a luta árdua, os bens que não vale a pena acumular, tudo que as pessoas prezam no estado desperto. E com a nossa magia enquanto um a um todos os outros eremitas adormecem, nós incutiremos a visão brilhante, nós lhes ensinaremos a amar esse mundo de suave encanto mais do que o mundo de morte, rivalidade e esforço. E, gradualmente, irradiaremos para todo mundo uma nova beleza, uma nova alegria. 

… eis que através de um sonho com cavernas e eremitas, Russel ganhou marcas de impacto tão profundas que acabaram por dissuadí-lo do suicídio.





       Os sonhos dos homens os conduzirão durante todos santo dia através de campos cobertos de relva e riachos borbulhantes, e durante o sono noturno à majestade das estrelas, tornadas suaves, cálidas e esplêndidas entre os galhos farfalhantes através dos quais brilham; a prédios gloriosos, todos de montanhas inacessíveis cuja brancura torna o azul do céu mais visível; e ao mar misterioso, imponente na tempestade e tranquilo como uma criança que brinca na brilhante mansidão. 


       Nessas visões a humanidade se esquecerá de seus conflitos, todos serão felizes, o sofrimento será eliminado do mundo e a humanidade conhecerá a beleza que é seu destino contemplar.” *

  A natureza e as possibilidades de benefícios dos sonhos lúcidos seguem sendo estudadas. Criações artísticas, solução de problemas, desenvolvimento de habilidades motoras, estudo da consciência, possibilidade de auxílio no tratamento de certas psicoses… e as pesquisas apenas começaram a explorar essas novas fronteiras.

No estado mental dos sonhos, existem exemplos magníficos de insights que solucionaram grandes problemas na ciência, criações artísticas na pintura e na música, temas de obras literárias!… Imagem:The Spirit Molecule 3D Vision by Luke Brown.

  Gosto sempre de lembrar que no momento em que estamos conscientes num sonho, podemos testemunhar ao vivo, um estado mental que é lendário em contribuir para grandes feitos na história da ciência,  literatura,  pintura, invenção, música, filosofia e ao que parece, também para salvar a vida de adolescentes ou futuros filósofos deprimidos…

* Carta de Bertrand Russell para Lady Ottoline(20/03/1921)
The Life of Bertrand Russell – Ronald Clark.

      Existem pesquisas fascinantes sendo realizadas em algumas universidades e institutos especializados. Aqui mesmo no Brasil, Sidarta Ribeiro, Sérgio Rolim e Bruno Grego, são protagonistas em estudos na área, pela UFRN. Suas pesquisas avançam desbravando sobre as instigantes características desse estado mental. As áreas do cérebro que estão envolvidas, a presença da consciência e a grande intensidade  das experiências visuais…

 
     Experimentos realizados pela Universidade de Mainz, trazem fantásticos resultados, nos quais, pela primeira vez, sonhadores lúcidos estão conseguindo responder a comunicações iniciadas pelos pesquisadores. Trata-se da tese de doutorado de Stelen J.(2006). Através de estímulos sonoros específicos, os sonhadores lúcidos foram capazes de responder aos estímulos, utilizando-se de movimentos dos olhos.

     Pesquisas realizadas por Dane J. ainda na década de 80, foram capazes de demonstrar que os sonhos lúcidos não acontecem apenas nas fases REM do sono.

     Apenas controlar o sonho é só a lasca da ponta do iceberg. A grande conquista está em conseguirmos desenvolver a consciência no estado mental dos sonhos. É aí que as atuais grandes pesquisas caminham. Tanto as grandes pesquisas, como muitos onironautas ao redor do mundo, possivelmente… em casa!…

     Assim como sonhadores lúcidos em laboratórios do sono, estamos conseguindo acessar nosso cérebro num estado diferente da vigília. Quando estamos acordados, ele funciona de uma maneira, porém enquanto sonhamos, podemos vislumbrar situações que não acontecem no estado desperto. Nosso pensamento lógico abre terreno para um estado mental criativo sem paralelos… e conexões diferentes, muito provavelmente:

     “Os sonhos são fontes de grandes descobertas ou soluções para problemas científicos, bem como criações artísticas magistrais: Elias Howe com a revolução na indústria têxtil, Mendelev com a tabela periódica, Kekulé com a cadeia de benzeno, Mary Shelley com Frankenstein, Paul McCartney com Yesterday… o sonho que salvou o filósofo Russell  de cometer suicídio, os três sonhos numa noite de Descartes que impactaram por séculos no pensamento ocidental!… Que frutos podemos almejar ao obtermos livre acesso, num estado tão poderoso da nossa mente? A própria consciência pode ser alvo de intensos estudos.”




     Resultados estimulantes, surgem de pesquisas referentes ao aprimoramento das habilidades em atividades que envolvem coordenação motora. Existe também uma linha de pesquisa, explorando possível relação dos sonhos lúcidos, para com o auxílio no tratamento de algumas psicoses, como a esquizofrenia. Questiono-me frente aos possíveis efeitos de sonhos lúcidos,  envolvendo grande recompensa e prazer… com relação a alguma possível contribuição no tratamento de doenças relacionadas ao eixo “psico-neuro-imuno-endócrino”.

Fontes:

https://www.sonhoslucidos.com/2011/11/o-que-sao-sonhos-lucidos-uma-nova.html

http://www.lucidologia.pl/ 

http://archiv.ub.uni-heidelberg.de/ojs/index.php/IJoDR/article/view/20

Strelen J (2006) Acoustic evoked potentials in lucid dreaming (in German). Ph. D. thesis, University of Mainz

O conceito

Sonhos Lúcidos são os sonhos nos quais sabemos que estamos sonhando. Trata-se de sonhar, mantendo a percepção e consciência de que tudo é um sonho. Sendo assim, é possível vivenciar a experiência mantendo a consciência e percepção de que tudo naquela realidade é apenas criação mental de quem está sonhando.

 Além disso, no sonho lúcido, deixa-se de estar apenas “assistindo um filme” que talvez será recordado ao despertar, para viver toda essa experiência, mantendo a capacidade de raciocínio, memória e percepção da estrutura do sonho.

Como funciona o sono?

    Nesse sentido, todos nós sonhamos quando dormimos uma boa noite de sono. Assim como, são de 4 a 6 ciclos que se repetem, contendo as mesmas fases ¹. Ou seja, cada um desses ciclos contém o que se chama fase REM(rapid eye movement – movimento rápido dos olhos) e é nessa fase que nossos sonhos são mais intensos.

 

      Bem como os registros em laboratórios do sono, as literaturas das pesquisas efetuadas, divulgadas até agora, apontam para  presença de ocorrência dos sonhos lúcidos nos últimos ciclos do sono. Ou seja, são as fases REM tardias, em que o período de sonhos mais intensos é maior. Significa que numa noite de sono, é preciso dormir mais do que 6h, para começar a atingir as melhores fases do sono e ter chances de ficar consciente enquanto sonha.

Como ter sonhos lúcidos?

    Vários métodos de indução como o MILD, WBTB, FILD entre outros, se aproveitam desse conhecimento. Inegavelmente orientam para o despertar após a 6h de sono e a continuação do sono, com o objetivo de ao voltar a dormir, estar mentalmente mais apto para acessar o sonho de modo consciente.

   Os monges tibetanos praticam sonhos lúcidos há séculos, enquanto no ocidente, alguns registros esporádicos sobre as experiências foram se acumulando. O primeiro a usar o termo foi Van Eden em 1913, mas em 1867 o professor e marquês de Saint Denys já realizava auto-experimentações e por mais de 20 anos, anotou suas incursões oníricas, sempre buscando aprimorar essa habilidade.

A partir da década de 70, os sonhadores lúcidos passaram a frequentar os laboratórios de sono, comunicando-se através do movimento dos olhos(enquanto sonham), com os pesquisadores que permanecem no monitoramento.

Comprovação científica dos sonhos lúcidos

    A partir da década de 70, o estudo dos sonhos lúcidos fincou raízes como área de pesquisa científica. De tal forma que sua comprovação em laboratórios do sono, aconteceu a partir dos estudos de Stephen LaBerge pela Universidade de Standford(EUA) e Keith Hearne pela Universidadde de Hull(Inglaterra). 

    O crédito pela comprovação, ficou posteriormente com LaBerge, o primeiro a publicar perante a comunidade científica, as conclusões de seus estudos sobre os sonhos lúcidos. A primeira evidência veio com o doutor Hearne, no qual o voluntário Allan Worsley foi a primeira pessoa a conseguir se comunicar por meio do movimento de seus olhos, enquanto sonhava.

Stephen LaBerge, Ph.D, foi o primeiro pesquisador a comprovar cientificamente, perante a comunidade científica a existência de sonhos conscientes.

As pesquisas sobre sonhos lúcidos

     Atualmente as pesquisas seguem mais intensas. Em centros como a Universidade de Heidberg, o Centro do Instuto de Saúde Mental de Mannhein, ambos da Alemanha. A saber no Brasil, com Sidarta Ribeiro e Sergio A. Mota Rolim, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Ursula Voos, Alan Hobson, Romain Holzmann. Também de universidades e centros de estudos da alemanha. Enquanto Stephen LaBerge e novos pesquisadores pela Universidade de Sandford e outros centros.

     Desperta muita atenção as pesquisas referentes ao aprimoramento das habilidades em atividades que exigem coordenação motora, sobretudo como aquelas desenvolvidas por Daniel Erlarcher e outros cientistas.

Sidarta Ribeiro é o neurocientista brasileiro que encabeça as pesquisas no Brasil, sobre o estudo da consciência nos sonhos(imagem do programa Globo Repórter).

Cuidado com a euforia

   Todas essas pesquisas estão gradualmente remodelando a maneira de se encarar o ato de sonhar, mas afinal, qual a utilidade de poder controlar e ficar consciente durante os sonhos? Antes de mais nada, a obsessão pelo controle do sonho, trata-se de algo reservado aos incautos. Ainda que basta lembrar como fica muito mais frágil a estabilidade do sonho ao se forçar o controle, aumentando as chances do despertar.

Desse modo, a grande conquista provavelmente está em conseguirmos entender e desenvolver  estudos sobre a consciência no estado mental dos sonhos. Assim sendo, pequenos desafios ou experimentos, mesmo em casa, em nossa cama, sem qualquer aparato de laboratório de sono, pode de alguma maneira acabar contribuindo para novas descobertas. De fato, as fronteiras dos frutos dessas pesquisas, ainda não estão sequer definidas.

Desenvolvimento de habilidades motoras, solução de problemas, criações artísticas monumentais,  auxílio no tratamento de psicoses, controle de pesadelos… a lista está longe de uma limitação.

Benefícios dos sonhos lúcidos

   Estamos conseguindo acessar nosso cérebro num estado diferente da vigília; estamos despertos ele funciona de uma maneira, mas enquanto sonhamos, nosso pensamento lógico cede espaço para criatividade e conexões diferentes.

    Os sonhos são fontes de grandes descobertas ou soluções para problemas científicos, bem como criações artísticas magistrais: Elias Howe com a revolução na indústria têxtil, Mendelev com a tabela periódica, Kekulé com a cadeia de benzeno, Mary Shelley com Frankenstein, Paul McCartney com Yesterday… o sonho que salvou o filósofo Russell  de cometer suicídio…

Em outras palavras… que frutos podemos almejar ao obtermos livre acesso, num estado tão desconhecido da nossa mente? De tal sorte que a própria consciência pode ser alvo de intensos estudos…

Descartes, num ensaio relatou que seus 3 sonhos, numa noite, em 1619, foram capazes de revelar para ele a base de uma nova filosofia, uma forma de conhecer a verdade que eventualmente o levaram ao método científico. Durante um de seus sonhos, conseguiu questionar se estava sonhando ou não e interpretou seu sonho durante ele.

Novas fronteiras da ciência


Existem muitas possibilidades na área de estudo dos sonhos lúcidos, afinal são pesquisas que se iniciaram com mais intensidade em fins dos anos 70 e que nas últimas décadas, cresceram vertiginosamente na Neurofisiologia/Neurociência/Medicina, Filosofia e Psicologia.

Nesse sentido, além das pesquisas conduzidas por Erlarcher e outros, envolvendo o aprimoramento de performance motora, também há estudos sobre as diferenças de percepção do tempo, além de possíveis benefícios para vítimas com estresse pós traumático envolvendo pesadelos crônicos e também há uma linha de pesquisa que relaciona possível auxílio no tratamento de algumas psicoses, como a esquizofrenia.

Fontes:

LABERGE, Stephen. Sonhos Lúcidos. 1985 pg. 08   Ed. Siciliano Livros, Jornais e Revistas Ltda. 1990(esgotada)

DELANEY, Gayle. O Livro de Ouro dos Sonhos – All about Dreams, Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.

https://www.sonhoslucidos.com/2011/05/o-marques-dos-sonhos-leon-dhervey-de.html#comment-form
https://www.sonhoslucidos.com/2010/03/van-eeden-e-os-sonhos-lucidos.html
https://sonhoslucidos.com/sonhoslucidos/sonhos-lucidos-poderao-desenvolver/

        Tive recentemente um sonho lúcido dos bons e nessa última noite não lembrei de sonho algum. Exceto que no exato momento que despertei, flagrei-me num último momento no que parecia ser um sonho, comigo fazendo uma força extrema, para puxar uma barra, no exercício que é identificado como Pulley Frente! 
         Eu acordei sentindo a força extenuante que fazia para puxar aquela maldita barra!… Detalhe: eu havia aumentado minha carga desse exercício nessa mesma noite e me esforçado muito na execução das séries. Acordei com aquela exata sensação de quando realizei o treinamento.

Apesar de não ter sido um sonho lúcido, foi realmente engraçado presenciar meu cérebro trabalhando forte durante o estado mental dos sonhos. Eu estava literalmente “treinando pesado” enquanto sonhava! rsrsrsrs

         
        Daniel Erlarcher já demonstrou em uma pesquisa alemã(apresentado aqui nesse blog e no vídeo abaixo), resultados surpreendentes com sonhadores lúcidos que treinaram suas habilidades de arremesso, durante seus sonhos conscientes. . Conseguindo desempenho melhor ao acordar, ficamos com grande expectativa do que poderá advir nas próximas pesquisas. 

         O fascinante dessa linha de pesquisa é que ela nos permite fazer nossas próprias experimentações. Ora, considerando que qualquer sonhador lúcido pode fazer seus próprios testes de melhora de desempenho… por quê não treinar uns arremessos de moedinhas ou algo do gênero?!

    Quem já teve um sonho lúcido intenso com música, sabe como a gente pode ficar embevecido, extasiado, louco ou apaixonado por essa arte durante o estado mental dos sonhos. Mesmo para aqueles que não dominam qualquer arte ou instrumento musical(meu caso), esse prazer pode se apresentar de modo surpreendente.

        Yesterday é considerada uma das mais belas e mais regravadas músicas da História. Paul McCartney sonhou com Yesterday:

“Numa manhã de maio de 1965, Paul acordou com uma melodia na cabeça que tinha todo o frescor de um sonho. Imediatamente ele foi para o piano que havia no seu quarto em Wimpole Street, em Londres, e tocou a música inteirinha, completa, com primeira e segunda parte. Ainda não tinha letra e ele a chamou de Scrambled eggs. Mas Paul ficou encucado, achando que já tinha ouvido aquela melodia em algum lugar. Então passou vários dias mostrando para os amigos e perguntando se eles já não a conheciam. Não, ninguém nunca tinha escutado aquilo antes.”




       As emoções e a criatividade costumam correr forte nos sonhos. A lógica e a razão cedem espaço para um turbilhão imaginativo que pode fazer vingar o lado criativo. Nossa assinatura cerebral se torna algo muito especial, repleto de conexões diferentes do estado desperto.


       Existem mais exemplos de músicas extraídas de sonhos, mas vamos por partes, ficando por aqui com a ótima música do Franz Ferdinan com o título “Sonhos Lúcidos”:




Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Yesterday

            Uma das pesquisas mais fascinantes que segue em estudo nos laboratórios de sono é a relação dos sonhos lúcidos com o desenvolvimento de habilidades motoras.
           Daniel Erlacher é um dos pesquisadores mais avançados nessa área de estudo dos sonhos lúcidos. Ele é um dos responsáveis pelo comparativo da percepção do tempo durante o sonho e quando desperto. Essa pesquisa já foi apresentada por